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falta de mão de obra especializada no Brasil afeta com mais gravidade algumas regiões. Para suprir a ausência dela, são contratados profissionais com pouca experiência ou sem conhecimento na atividade, o que acaba influenciando diretamente no prazo e na qualidade do trabalho.
“Na maioria das vezes, os proprietários do imóvel optam por profissionais não qualificados porque não possuem conhecimento do mercado da construção, partindo para a opção mais barata. Essa atitude encarece o orçamento previsto para a obra, além de resultar na falta de qualidade técnica e no baixo desempenho”, explica Dionyzio Klavdianos, presidente da Comissão de Materiais e Tecnologia da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (COMAT/CBIC).
Ainda segundo o especialista, a base de todo empreendimento é justamente a contratação de empresas e profissionais especializados, que tendem a conhecer bem e respeitar a normatização técnica.
“Portanto, é importante verificar a situação da empresa junto ao CREA e ao CAU, solicitar portfólio, buscar referências, levantar a situação jurídica e financeira etc.”, complementa.

2 – Normas técnicas

A norma que trata de reformas em edificações é a ABNT NBR 16280:14. Ela estabelece as diretrizes que devem ser seguidas em diferentes fases da obra, do planejamento à finalização do projeto.
“Conforme consta no catálogo da ABNT, para a aplicação dessa norma são necessárias diversas outras, como a NBR 12721:2006, 14037:2011 etc. Além disso, existem as diretrizes específicas de estrutura e concreto (NBR 6118 e NBR 14931, por exemplo) que devem ser associadas”, afirma o engenheiro civil Douglas Couto, da PHD Engenharia.

3 – Sistema estrutural da edificação

Parece básico, mas vale ressaltar: a estrutura tradicional de uma edificação – composta por fundação, pilares, vigas e lajes – jamais deve ser alterada no projeto sem o consentimento do engenheiro responsável. Falta de compatibilização e falhas de comunicação são alguns dos problemas que afetam a obra antes mesmo dela começar.
“Por isso, é fundamental conhecer o sistema estrutural da edificação. Uma intervenção indevida na estrutura pode comprometer a segurança. Por exemplo: em um sistema de alvenaria estrutural, as paredes são a estrutura e sustentam toda a carga. Remover uma delas por engano pode levar a edificação à ruina”, afirma Couto.

4 – Especificações técnicas

Para garantir que os materiais e sistemas construtivos utilizados no projeto satisfaçam as necessidades da obra, é importante se atentar quanto às especificações técnicas. “Os projetistas têm a obrigação de especificar detalhadamente as características dos materiais e o que deve ser cumprido por eles em termos de desempenho e resistência”, comenta Klavdianos.

5 – Procedimentos executivos

No decorrer de uma obra é necessário que as atividades executadas estejam claramente determinadas entre os profissionais envolvidos. Assim, evita-se imprevistos ao longo do processo.
“Tanto em obras, quanto em reformas, não pode haver muito espaço para improvisos. Com isso, todos os procedimentos de execução devem estar bem definidos antes do início dos trabalhos, sendo elaborados ainda durante a fase de planejamento”, conclui o engenheiro da PHD Engenharia.


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